28 de outubro de 2010

Livro: "A Revolução do Fast Fashion"

Neste mês de outubro chega às livrarias "A Revolução do Fast Fashion: estratégias e modelos organizativos para competir nas indústrias híbridas", publicado pela Estação das Letras e Cores Editora o livro analisa a transformação do consumo da moda mostrando que hoje, para estar na moda, não é mais preciso esperar meses para adquirir aquele look desfilado nas passarelas mundiais.

O tema, inédito em publicações do tipo no Brasil, analisa a transformação do modo de consumo do produto moda na Europa nos últimos dez anos. De acordo com o autor, a publicação é inspirada no grande sucesso das empresas de fast fashion do segmento atuantes na Itália, além de contar as mudanças no setor da moda na Europa.

Para Cietta, fast fashion não é apenas um negócio de copiadoras e nem um modelo de produção para segmentos de baixo escalão. É um setor onde o tempo é um bem escasso, e existe uma complexa estratégia de organização que reúne várias áreas de uma mesma empresa.

Preço sugerido: R$ 52,00


O que é Fast Fashion?

Criada na Europa, trata-se de um modelo de comercialização da moda que abastece o mercado com as novidades do mundo fashion de forma rápida. As coleções são atualizadas constantemente, muitas vezes uma vez por semana, ou a cada 15 dias, fazendo com que os consumidores sempre tenham algo novo nas lojas para adquirir, voltando com frequência nos estabelecimentos.

O modelo fast fashion não é como normalmente se acredita, como sendo um modo para vender produtos de baixo valor agregado e com pouca criatividade. Trata-se, na verdade, de um exemplo que revoluciona a tradicional maneira de apresentar as coleções sazonais, com um ciclo contínuo e criativo. "Neste negócio, velocidade é apenas um dos vários elementos de sucesso, porque, acima de tudo, o que determina o êxito é a gerência da cadeia de criatividade”, afirma Cietta.

Em todo o mundo, muitas companhias focadas neste nicho de mercado contam com "caçadores de tendência", profissionais que estão sempre alerta nos principais acontecimentos mundiais, inclusive o que as pessoas - celebridades, anônimos, profissionais de moda – vestem. Com isso, o mercado pode investir em mini-coleções que podem ser produzidas para atender as solicitações do mercado o mais rápido possível.

Alguns exemplos de fast fashion: Zara, H&M, C&A, Renner, Riachuelo, Marisa e Hering.


Enrico Cietta - Economista, consultor de moda, sócio e diretor da Diomedea, Enrico é responsável pela área de pesquisa da empresa. Formado pela Universidade Bocconi, de Milão e pós graduado em economia na Victoria University de Manchester (Reino Unido), ele atua como professor de Comunicação para as Indústrias Culturais na Universidade Católica do Sacro Coração, em Milão, além de ser colaborador de outros cursos de moda e editoriais econômicos para publicações do segmento. Enrico é também autor de diversos livros, entre eles “La rivoluzione del fast fashion. Strategie e modelli organizzativi per competere nelle industrie ibride”, publicado em 2010 no Brasil, pela editora Estação das Letras e Cores com o titulo: “A Revolução do Fast Fashion: estratégias e modelos organizativos para competir nas industrias hibridas” e “Il valore della moda”, publicado em 2006 pela editora Bruno Mondadori, sem tradução para o português.


Fonte: MKTMIX Assessoria de Comunicação

2 comentários:

  1. Muito interessante. Uma nova abordagem, uma outra forma de pensar sobre moda. Este vai pra lista de compras. Bjo Dani.

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